DEU BODE NA ITÁLIA OU A VIAGEM DO BREDERODES

11 de novembro de 2015 por keyimaguirejunior

Pedimos ao Elvo Benito Damo um trabalho para levar como presente a um amigo italiano – e ele nos deu o Brederodes.

No entanto, houve desencontro com a pessoa que iria recebê-lo – e carregamos os quase dois quilos de bronze do bode do norte ao sul do Grande Stivale.

Em cada cidade – e foram quatro… – o Brederodes ia passear na mochila, e era fotografado em algum lugar inconfundível. Que é o que não falta nas cidades italianas.

Como os bodes são muito irrequietos, sempre havia problemas – ou medo que houvesse.

Por exemplo, em Venezia, o receio de que caísse num canal e fosse atropelado por uma gôndola.

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     Em Firenze, o medo era que fosse esmagado pelas varas de turistas chineses que infestam a praça diante da Santa Maria Novella.

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     Em Nápoli, que o Vesúvio resolvesse acordar do seu sono secular, transformando a cidade numa nova Pompei, sepultando a nós e ao Brederodes.

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     Em Siracusa, que fosse flechado pela Diana de uma fonte – ou seqüestrado por um dos inúmeros gatos e gaivotas que perambulam pela cidade.

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     Em Catânia e Lisboa, paradas curtas, o bode ficou dormindo no hotel.

Enfim, depois de muitas peripécias, aterrou no Afonso Pena, numa nublada manhã de domingo.

Dizem que, enquanto o Brederodes esteve viajando, Curitiba não viu um único raio de sol – já nós não pegamos chuva alguma estando com ele. Vai que tem alguma relação entre os dois fatos?!

Fotos da Marialba nos seguintes locais:

  • Canal de Cannaregio
  • Santa Maria Novella e Porte del Paradiso
  • Palazzo Caracciolo
  • Fonte de Diana
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